Bom domingo… !
Este é o nome do novo permeio, do novo artigo, de um novo ensaio escrito por André Costa Nunes, em seu blog, o Tipo assim… folhetim.
Excerto:
“Em 1664, um tal Msieur Parquet assenhoreou-se da ilha, em nome da França, que, mercantilista, terceirizou sua exploração à Companhia de São Luiz, sucessora da Companhia das Índias Ocidentais. Aqui, não foi diferente, com as Capitanias Hereditárias.
Nessa época habitavam a tal Ilha os índios tainos ou aruaques ou caribes. Estes, bons navegadores, vieram do Norte da América do Sul, onde hoje se situam a Venezuela, a Colômbia, as antigas Guianas, inclusive, diz-que, há remanescentes no Brasil. Os índios araras, da região de Altamira, mais propriamente, nas imediações da Transamazônica, até o rio Iriri, afluente do Xingu. No Caribe, mesmo, não tem mais. Foram dizimados. Mortos, massacrados, ou, como a história registra, eufemisticamente, deportados, como na “Expulsão Caribenha” da Martinica.
Consta, que índio caribe, ou qualquer índio, de lá ou de cá, nunca foi boa mão-de-obra. Quando escravo tinha a péssimo costume de fugir para a liberdade.
O jeito era mesmo importar africano. Preto.
Aqui vale um esclarecimento quase sempre omitido pela história oficial. Somente a partir daí, da colonização do Novo Mundo, foi que preto virou sinônimo de escravo. O que era muito prático e conveniente. Já vinham todos diferenciados e uniformizados pela cor da pele. Com o tempo, alguns clarearam, mas não adiantava, permanecia o estigma. “Uma gota de sangue”.”
Mais, vá aqui…
Nossa maior cantora, de todos os tempos! …pra mim.
No Diário do Pará – o jornal on line:
Desembargadora não se decide sobre ReXPa de amanhã
Desmentido oficial enviado da Curuzu:
“Não é verdade que o Papão recorreu, por baixo dos panos, da decisão, com medo de pegar goleada do Leão.”