Não conheci o Eduardo André Risuenho Lauande! Ele morreu neste sábado último. Também não conhecia a italiana, radicada no Brasil, Patricia Zocci, morta por assaltantes, no quintal de sua casa, em Jaboatão dos Guararapes/PE.
Muito menos conhecia qualquer um dos mortos no acidente da TAM. Não conheço a empregada doméstica, Sirlei Dias Carvalho Pinto, agredida, animalescamente, por cinco homens.
Igualmente com relação ao salva-vidas bombeiro, Gisvaldo Soares de Macedo, agredido por quatro rapazes na praia da Copacabana, quando tentava evitar que os mesmos continuassem a quebrar lixeiras (os quatro foram presos, mas pagaram a fiança e estão por aí, soltos).
Não conheço ou conheci ou conhecia nenhum deles! Mas, a questão é: até quando continuarei sendo abençoado!
A violência espanca nossa esperança. Lança ao vento, o pior dos ventos, nossos sonhos. As mortes banais (exite morte de outra estirpe?), fruto de nosso pior egoísmo estão por aí, pululando como pús sanguinolento em chagas abertas por facas e tiros, corrupção e desvios de dinheiro público!
Li ali e acolá, que o Lauande era gente boa. Bom de conversa e, até na opnião dos adversos, bom de debate e combate. Uma lástima, como várias lástimas se repentem, agora, já, por aí, nesta Terra Dourada!
De minha parte, por aqui, neste blog, divulgo o sítio do blog da Polícia Civil do Estado do Pará, já favoritado ao lado, no blogroll, através do qual, são divulgados fotos e retratos falados de bandidos fugitivos.
Faltam encontrar vários assassinos de vidas!
Pai, afasta de mim este cale-se, Pai! …de vinho tinto de sangue!