Ela sentou a bicuda!!!

Seu moço, eu…
podia estar filosofando
podia estar aconselhando
podia estar defendendo teses de sociologia
podia estar argumentando
podia estar considerando
podia estar criticando
podia estar exaltando
podia estar recomendando…

…mas, vos digo: ELA SENTOU A MACACAÚBA !!!

-Ele foi dar um tiro, eu pensei que fosse de verdade a arma, aí eu saí muquiando ele! Diz, Gabriela Cabral.

-E ele tento me agredir só que a polícia chegou a tempo, só levei um soco aqui! Continua, Gabriela Cabral.

-Porque que você bateu nele depois dele estar preso? Pergunta o repórter.

-Porque ele tava batendo na gente, e eu vou deixar o cara ir embora preso sem apanhar? Explica,  Gabriela Cabral.

-…E EU NÃO ESTOU ERRADA PÔ!

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Sobre Lafayette

Xipaia... o último dos guerreiros!
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3 respostas para Ela sentou a bicuda!!!

  1. PALADINO DA JUSTIÇA disse:

    SEGUE MATÉRIA DO JORNAL DIÁRIO DO PARÁ.

    Juiz federal é preso na praça
    Juiz federal é preso na praça Batista Campos
    O juiz federal da 3ª Vara especializada em ações criminais, Rubens Rollo D’Oliveira, foi preso por volta das 10h30, na praça Batista Campos, em Belém. Ele teria brigado com a esposa dele e ao ser contido por policiais teria desacatado os agentes da lei.
    Segundo contou o cabo R. Silva, da Polícia Militar, o juiz precisou ser algemado para ser levado para a Seccional da Cremação, onde os delegados Duarte e Nicolau Neto avaliam o caso. A detenção do juiz foi realizada pela cabo Amélia e o soldado Coutinho, da 4ª ZPol, que estavam fazendo o policiamento na praça quando foram atender o chamado de guardas municipais que flagraram as agressões do juiz contra a mulher. Ela também está na seccional para prestar depoimento. Uma ambulância foi chamada para o local, pois ela teria passado mal.
    Conforme relatou o policial, após empurrar a esposa, ela caiu no chão e ele a chutou no estômago e nas costas. Os policiais afirmaram que o casal está em processo de separação. Ao receber voz de prisão, o juiz teria se identificado e dito que não poderia ser preso. Ele ainda teria xingado os policiais acusando-os de abuso de autoridade.
    O juiz federal Rubens Rollo D’Oliveira é conhecido no Pará devido aos processos de grande repercussão contra o crime organizado. Ele, por exemplo, foi quem decretou a prisão do ex-superintendente do Ibama Paulo Castelo Branco.

    • Lafayette disse:

      Sr. Paladino, você está se referindo a esta notícia jornalística, divulgada no Jornal Diário do Pará, on line.

      http://www.diariodopara.com.br/noticiafullv2.php?idnot=56613

      Viu, é só indicar a fonte jornalísitca da próxima vez. Sem problema e volte sempre.

      • Lafayette disse:

        Nada mais justo que, aqui no mesmo espaço destacado, poste os esclarecimentos do ocorrido pelo Juiz Rubens Rollo D’Oliveira, divulgado no Jornal, Diário do Pará – on line”:

        Segunda-feira, 17/08/2009, 17:46h
        Juiz se manifesta a respeito de agressão

        O juiz federal Rubens Rollo D’Oliveira divulgou uma nota, na tarde de hoje (17), na qual comenta o episódio ocorrido na manhã desta segunda-feira, quando ele foi flagrado por policias durante um desentendimento com sua esposa, que não teve a identidade divulgada. No texto, ele reafirma que o ato se deu em legítima defesa, uma vez que a mulher teria iniciado a agressão, e nega que tenha desacatado os policiais.

        Leia mais:

        >> Agressão: esposa de juiz não prestou depoimento

        >> Juiz federal é preso na praça Batista Campos

        Na nota, o juiz relata que caminhava sozinho na Praça Batista Campos, por volta das 10h, quando encontrou-se com a esposa – de quem está em processo de separação não amigável. “Por motivos estritamente pessoais e íntimos, e que por isso não precisam ser revelados, passei a ser agredido, de início verbalmente e em seguida fisicamente”, diz o juiz.

        No texto, ele conta que se dirigiu ao posto da Guarda Municipal existente na praça para “evitar que o incidente evoluísse para circunstâncias mais graves”. Diante dos guardas municipais, o juiz teria pedido proteção e teria sido mal interpretado. “O guarda municipal entendeu que eu deveria comparecer a uma Delegacia de Polícia, na condição de suspeito da prática de agressões”, diz a nota.

        Neste momento, conta o juiz, alguns policiais militares que fazem ronda na praça teriam se aproximado e o juiz teria mostrado sua carteira de identidade. “Recusei-me a acompanhar os Policiais Militares até uma Delegacia de Polícia. Minha recusa levou um dos policiais militares a me algemar, como o provam as marcas que ficaram em meus pulsos e que os exames de corpo de delito, aos quais já me submeti, haverão de atestar”.

        “Recusei-me a acompanhar os Policiais Militares até uma Delegacia de Polícia. Como fundamento dessa recusa, expus três fatos: eu não me encontrava, naquela ocasião, em flagrante de crime, ao contrário, eu era a vítima de crimes, e não autor; e dispositivos legais claramente expressos na Lei Orgânica da Magistratura Nacional (LOMAN) garantem-me a prerrogativa de depor apenas perante o presidente do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, com sede em Brasília”, justifica o juiz. O caso foi registrado na seccional da Cremação.

        (Diário Online)

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