Incivilidades 9 e 10

“É o seguinte: vou vender material de construção civil. Meu estabelecimento é minha rua. Vou colocar as caixas-d’águas na via pública… dá mais visibilidade… a via é calma… quase não é necessário, na área, alguém precisar uma vaga para estacionar.”

Av. Generalíssimo Deodoro, entre Domingo Marreiros e Boa Ventura da Silva. Na frente da Polícia Federal (passaport, lembrou?), perto da Justiça Federal e do Hospital Beneficiente Portuguesa… movimento fraquinho, fraquinho!

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E… ao lado!

“É o seguinte: se meu vizinho pode e não pega nada… também posso. Vou vender meus salgados, minhas cervejas, meus refris, meus garrafões de água. Mesa na calçada para o cliente. Grade seca na vaga, pois a ninguém é dado o direito de atrapalhar o visual do meu estabelecimento, e vai que chega o caminhão para abastecer o freezer. Até por que, concordo com o meu vizinho, é área que quase não se precisa de vaga para estacionar!”

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Ao estacionar, mais a frente, esbarrei na grade (na verdade, tentei passar por cima, mas errei - estava com um "pequeno ser: um Engesa, com pneu de 31 polegadas... quase!")

Ao estacionar, mais a frente, esbarrei na grade)

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Sobre Lafayette

Xipaia... o último dos guerreiros!
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2 respostas para Incivilidades 9 e 10

  1. Lucia disse:

    Pois é, alguém tem que tomar ATITUDES contra esse estado de coisas e de ABANDONO que encontramos pelas ruas de Belém. Na Trav.São Francisco (entre Tamandaré e Veiga Cabral), tem de tudo: Material de construção obstruindo completamente a calçada, jardim com os vasos de plantas encravados com cimento na guia da rua e calçada, entulhos de sobra de material de reforma de construção,grades de ferro amarradas em poste da CELPA, vendas de alimentos(?)na rua , mesas de bares nas calçadas, etc…Todo mundo vê menos só os órgãos ditos “(in)competentes”.

    • Lafayette disse:

      Lucia, é o caos!

      Belém, digo sempre, é uma canoa, navegando por um rio belo, mas, turbulento, sem remo, sem remador e sem leme… pobre da gente!

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