É pra dançar… e pular!

Quando soube desta notícia, pensei logo nesta música (a gente aqui de casa tá na torcida e tudo vai dar certo!).

Ela, no seu blog Lu Brasil, deu as boas novas em Hemoglobina para o alto…e avante!.

O Bigu, ou Angelo para os íntimos e bons, está numa disputa, pra-ver-quem-chega-primeiro, com uma zinha, uma péquena como se diz lá pras bandas de Cametá, uma-tal-de anemia hemolítica (Pontinha…de dedo, de medo, de dor, 2 Meses de Bigulino/ Editado: Fotos).

ps.: Tá, sei que bilirrubina e hemoglobina são coisas diferentes, mas, vamos dizer que, tipo assim, são parentes consangüíneos. 😉

De qualquer forma, pegue a sua licença poética da geladeira e substitua a primeira pela outra, e vai fundo…

A Bilirrubina (Eddie Martin – in… in… in… internacional al… al… al… al! 🙂 )

Oye , me deu uma febre outro dia
Por causa desse amor morena
E fui parar na enfermaria
E sem querer cai de cama
E me aplicaram soro de mil cores
E me tiraram a radiografia
E me diagnosticaram mal de amores

Ao ver meu coração como batia
Me cutucaram até a alma
Com raio X e cirurgia
E que a ciência não funciona
Só os teus beijos, vida minha

Ai, negra, vê se salva a minha vida
Injeta teu amor como insulina
Me dá uma vitamina de carinho
Que ta subindo a bilirrubina

E sobe a bilirrubina (ay, e sobe a bilirrubina)
Quando te vejo assim, menina (ay, quando te vejo assim menina)

Não adianta aspirina (não, nem soro com penicilina)
É um amor que contamina (ay, e sobe a bilirrubina)

o original

com a Margareth Menezes

A bilirrubina (Eddie Martin)

Oye , me deu uma febre outro dia

Por causa desse amor morena

E fui parar na enfermaria

E sem querer cai de cama

E me aplicaram soro de mil cores

E me tiraram a radiografia

E me diagnosticaram mal de amores

Ao ver meu coração como batia

Me cutucaram até a alma

Com raio X e cirurgia

E que a ciência não funciona

Só os teus beijos, vida minha

Ai, negra, vê se salva a minha vida

Injeta teu amor como insulina

Me dá uma vitamina de carinho

Que ta subindo a bilirrubina

E sobe a bilirrubina (ay, e sobe a bilirrubina)

Quando te vejo assim, menina (ay, quando te vejo assim menina)

Não adianta aspirina (não, nem soro com penicilina)

É um amor que contamina (ay, e sobe a bilirrubina)

A bilirrubina (Eddie Martin)

Oye , me deu uma febre outro dia

Por causa desse amor morena

E fui parar na enfermaria

E sem querer cai de cama

E me aplicaram soro de mil cores

E me tiraram a radiografia

E me diagnosticaram mal de amores

Ao ver meu coração como batia

Me cutucaram até a alma

Com raio X e cirurgia

E que a ciência não funciona

Só os teus beijos, vida minha

Ai, negra, vê se salva a minha vida

Injeta teu amor como insulina

Me dá uma vitamina de carinho

Que ta subindo a bilirrubina

E sobe a bilirrubina (ay, e sobe a bilirrubina)

Quando te vejo assim, menina (ay, quando te vejo assim menina)

Não adianta aspirina (não, nem soro com penicilina)

É um amor que contamina (ay, e sobe a bilirrubina)

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Sobre Lafayette

Xipaia... o último dos guerreiros!
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