B.B. King está chegando!

Ele nasceu Riley Ben King, depois de trabalhar como DJ na rádio WDIA, em Memphis, e de se apresentar, de modo regular, na rádio de Sonny Boy Williamson, na estação KWEM, também em Memphis, começaram a chegar algumas cartas direcionadas para ele. Nelas, uns fãs o chamavam pelo apelido de Beale Blues Boy, uma corruptela da música Beale Street Blue. Logo começou a ser chamado de Blues Boy King, já aproveitando o fato que seu nome levava a palavra King. O mestre já abreviava o Ben com o simples B., daí, para B.B. King foi um pulo, ou melhor, uma oitava.

Ele volta ao Brasil neste fim de Março. Tenho paixão pelo B.B. King, por sua história de vida, por seu carisma, por sua Lucille, sonho de consumo de 100 entre 10 guitarrista, mesmo aqueles do metal que conheço, e que consegue feitos com este.

B.B. King nasce em Itta Beta, numa plantação de algodão e lá trabalhou desde criança (você pensa que é fácil, mesmo décadas depois, nascer do lado dos Confederados?).

Do B.B. King só se deve ter os originais. Nada de baixar. Cada centavo lhe é retribuído em espetáculos de genialidades de um músico e sua guitarra.

Em The Jazz Channel presents B.B. King, DVD, você verá um B.B. King jovial, com 75 anos de idade nos costados, dando um baile. Observem a humildade do gênio, e veja um B.B. inspirado detonando em Blues Boys Tune.

verso

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Sobre Lafayette

Xipaia... o último dos guerreiros!
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2 respostas para B.B. King está chegando!

  1. andre costa nunes disse:

    Meninos, eu vi…

    Lafa,

    Eu tive o privilégio de ver de perto e, claro, ouvir a fera.
    Foi em Sampa, há mais de vinte anos. Foi num teatro, ou coisa parecida chamado de 150, no Maksud Plaza.
    Quando andava lá pras bandas do Sul Maravilha, sempre que podia, passava os fins de semana em São Paulo. No Maksud. De sexta a segunda, ao meio dia, só cobrava uma diária.
    Quando todo mundo saía, eu entrava. Todo o hotel era para poucas pessoas.
    O hotel tem uma praça interna com bares, boates, restaurante e o escambau. Nem era preciso botar a cara na rua. Ali bebia, curtia e dormia (pouco).
    Na época havia lá o Bar da Batida. Intimista, onde se apresentavam, se a memória não me trai, os Demônios da Garoa.

    Meninos, eu vi B.B.King

    andre costa nunes

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