Nunca mais, sapotilhas

Lendo este post, no / Norte, da Marise, “O falecido Mattia Pascal“, fui lá, lá atrás. Lembrei e comentei:

Sapotilhas me fazem lembrar anos 80, começo. Tinha uns 10, 12, 15 anos. Morávamos na 14 de Março. Casarão com aqueles dois janelões enormes, porta enorme, de duas folhas (que abre com uma só enconstada no meio), porão habitável e quintal grande.

No quintal, jogávamos bola e, lá no fundo, tinha: côco, abacate, ingá, abricó e… sapotilhas.

Gostava de sapotilha geladinha, um dia no máximo na geladeira.

Mas, quando estava por lá, e ouvia cair uma, era no ato mesmo.

Lá, era daquelas sapotilhas grandes. Casca escura. Gosto forte, da terra. Não tem mais elas por aqui.

Nunca mais comi sapotilhas.

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Xipaia... o último dos guerreiros!
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