A MALDIÇÃO DO CACHIMBO DA PAZ

A MALDIÇÃO DO CACHIMBO DA PAZ
André Costa Nunes

Morei uns tempos no Xingu. Exatamente no Rio Iriri, quase na foz do Riozinho do Anfrísio. Tinha então, dezessete para dezoito anos. Havia parado de estudar. Tuberculose. Depois de uma curta temporada em uma casa de repouso no Ceará, aliás, um velho convento de freiras na Serra do Estevão, recomendação do Dr. Cândido Pereira, meu médico em Belém, fui dar com os costados no Seringal Praia. Era preciso completar um ano de tratamento e repouso, diz-que absoluto. Esse tal absolutismo naquela idade não durava três meses.

Na volta do Ceará, com a concordância do médico, eu me deveria recolher a uma fazenda, pois tuberculose é uma doença antissocial. Tudo separado e bem fervido. Dos lençóis às louças. Principalmente as louças. O isolamento no interior era altamente recomendado, uma vez que as famílias procuravam esconder ao máximo a doença. Ia-se ao “tiziologista” quase às escondidas.

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Xipaia... o último dos guerreiros!
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