DIPLOMATA 4.1

Quando tinha uns 16 anos, quis ser Embaixador. Falei pros velhos.

Papai era amigo de um militar de alta patente, que era o chefe da “não sei o que de limites e fronteiras”, algo do Itamaraty e que funcionava (funciona ainda?), ali na Gov. José Malcher, perto do Palacete Bolonha).

Fomos lá. O senhor me explicou qual seria a estratégia, os dias e horário que iria lá, estudar/conversar (sim, conversar sobre alguns atos e fatos ocorridos que envolveram decisões de relações internacionais entre nações – um dos pontos mais importantes nas provas do Rio Branco), francês e inglês, muita geopolítica (que não entendia nada), muita História Universal. Muito tudo.

Ia às segundas e quartas, das 15hs às 16hs, uma hora antes dos meus treinos de vôlei, no Filho da Glória e do Triunfo.

Passei um ano nisso. Era previsto 5 anos para comecar a ter condições. Não deu. Era muito pesado e estava me atrapalhando no meu jeito surf/rock de ser. rsrsrs

Sério. A pessoa tem que ser, ou um gênio, ou um gênio.

Mas, depois, descobri que tem, como se vê, o Diplomamata.

Sobre Lafayette

Xipaia... o último dos guerreiros!
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